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Tenho uma paixão por Turim, é uma cidade que, de algum modo, esteve ligada a diversas fases da minha vida. Apesar de viver na Sicília, no extremo oposto do país, sempre que tenho uma oportunidade, vou a Turim para ver coisas novas e rever as belezas da cidade denominada Pequena Paris.

A cidade é chamada assim pelo charme de suas praças, monumentos e cafés históricos que testemunham um passado muito rico e glorioso. Por muito tempo, Turim foi a capital do Ducado dos Saboia e, após a unificação do país, também capital do Reino da Itália.

Turim é uma das cidades mais alternativas da Europa, capaz de se reinventar depois do final de uma longa era industrial. Uma nova geração transformou a antiga cidade-fábrica em um dos mais avançados cenários musicais, gastronômicos e artísticos da Itália. É uma cidade que não entra nos circuitos tradicionais que o brasileiro que vem para a Itália geralmente escolhe, mas sem dúvida alguma merece a sua visita.

 

1 – Ver a cidade do alto da Mole Antonelliana

A Mole Antonelliana é o símbolo de Turim e com seus 167,5 m de altura, pode ser vista de vários pontos da cidade. Devo dizer que me emocionei a primeira vez que a vi. Dobrei em uma rua e eis que me deparo de frente com ela, com toda a sua majestosidade. Em italiano a palavra “Mole” significa construção grandiosa e maciça. O resto do nome deriva do nome do arquiteto que a projetou, Alessandro Antonelli.

O que ver em Turim: Mole Antonelliana

Linda a Mole Antonelliana à noite!

O interessante é que a Mole foi comissionada pela comunidade hebraica de Turim e deveria ser uma sinagoga. No entanto, o valor das despesas de construção aumentou muito e, por isso, a comunidade hebraica não teve mais condições de pagar, tendo repassado a propriedade à Prefeitura de Turim. No final das obras, em 1889, a prefeitura decidiu que a Mole não seria mais uma sinagoga e sim um Museu do Ressurgimento Italiano.

Nos anos 60 foi construído o elevador panorâmico que nos leva até uma altura de 85 metros. Lá de cima é possível desfrutar de um panorama lindíssimo da cidade e dos Alpes. O elevador funciona das 9 às 20h (sábado vai até as 23h) e não abre às terças-feiras. O valor do ingresso inteiro só para subir é de 7 euros. Quando estive lá me assustei um pouco com a fila que chegava na calçada, mas até que andou rápido e não esperei muito.

O que ver em Turim: Mole Antonelliana

O visual lá de cima. É possível ver a cidade a 360º!

Na base da Mole Antonelliana funciona o Museu do Cinema e o combo elevador + museu fica por 14 euros.

 

2 – Passear na Piazza Castello

Coração do centro histórico de Turim, é na Piazza Castello que estão situados os principais monumentos da cidade, desde aqueles medievais, aos renascentistas e barrocos. Também é lá que estão o Palácio Real (os apartamentos e a armaria real podem ser visitados), o Palazzo Madama (lá dentro funciona o Museu de Arte Antiga e nele está exposto uma das obras-primas de Antonello da Messina), a Catedral, etc.

Aproveite, fure a fila e compre aqui seu ingresso para o Palazzo Madama!

O que ver em Turim: Palácio Real

Palácio Real na Piazza Castello

Os católicos podem aproveitar e visitar a Catedral, onde está exposta uma cópia do Santo Sudário. Somente em ocasiões especiais, o original é exposto aos fiéis. A última vez que isso aconteceu foi entre abril e junho deste ano e durante este período, o Santo Sudário foi visto por mais de dois milhões de pessoas.

 

3 – Visitar o Museu Egípcio

O Museu Egípcio de Turim, com seus 10.000 metros quadrados e cerca de 3500 repertos arqueológicos, é o mais antigo do mundo e o mais importante depois daquele do Cairo. O itinerário da visita se desenvolve em bem 2km nas salas do palácio da Accademia delle Scienze, ao longo dos quais é possível admirar tumbas, múmias, sarcófagos, estátuas, objetos de culto e de uso pessoal da época do Antigo Egito.

O que ver em Turim: Museu Egípcio

Estátua central na Galeria dos Reis do Museu Egípcio de Turim.

O que ver em Turim: Museu Egípcio

Depois de cinco anos em reforma, o museu foi reinagurado em abril deste ano. O Museu Egípcio é um dos museus mais incríveis que já visitei aqui na Itália e só ele já vale a inteira visita a Turim. Funciona todos os dias, das 8h30 às 19h30 (às segundas somente até as 14h) e o ingresso custa 13 euros.

 

4 – Dar um pulinho na Basílica de Superga

A Basílica de Superga, no alto das colinas nos arredores de Turim, é visível em muitos pontos da cidade. De lá, em dias sem névoa, se tem uma linda vista para a cidade. A basílica barroca é obra do arquitero Filippo Juvarra, o mesmo que projetou os principais edifícios históricos da cidade. É possível visitar a igreja e as suntuosas tumbas da família real dos Saboia.

O que ver em Turim: Basílica de Superga

A Basílica de Superga também é conhecida por evento triste. Em 1949 o avião que trazia o super time do Torino, o qual voltava de um amistoso em Lisboa contra o Benfica, chocou-se contra a fachada da basílica. Todos perderam a vida e hoje há uma lápide que indica o ponto onde ocorreu a tragédia.

Uma dica: dá para subir até Superga com os antigos bondinhos. Lembra um pouco aquele que sobe até o Cristo Redentor, no Rio, é uma viagem bem legal. Os bondinhos partem da estação Sassi e o bilhete de ida e volta custa 6 euros. Veja mais informações sobre os horários aqui.

 

5 – Visitar o Museu do Automóvel

A cidade natal da Fiat não poderia que ter um museu do automóvel de alto nível, não é? O Museu do Automóvel de Turim é tão interessante, que nem precisa ser um apaixonado por carros para visitá-lo (eu, por exemplo, não sou e amei!).

Durante o percurso, estão expostos desde o primeiro modelo de carro a vapor até os carros de Fórmula 1 de hoje. Todos eles são caracterizados por cenários que ilustram a época de cada um, o que torna a visita ao museu do automóvel bastante divertida.

O que ver em Turim: Museu do Automóvel

O Museu do Automóvel de Turim funciona às segundas, das 10 às 14h, às terças, das 14 às 19h, às quartas, quintas e domingos, das 10 às 19h, às sextas e sábados, das 10 às 21h. O ingresso inteiro custa 12 euros.

 

6 – Restaurar as energias no Parque do Valentino

Tive a sorte de visitar o Parque do Valentino em três estações do ano diferentes: no outono, na primavera e no verão. As cores do parque no outono eram incríveis, na primavera era super florido, com tulipas em todos os lugares. Mas foi mesmo no verão que o vi cheio de vida, com famílias fazendo piquenique, gente andando de bicicleta, fazendo canoagem, até mesmo mulheres tomando sol de biquíni no gramado. É um passeio que realmente recomendo. O parque do Valentino é aquele tipo de lugar que todo mundo queria ter na própria cidade!

Uma coisa interessante é que dentro do parque há um burgo medieval – de mentira, porque ele foi construído no século XIX –mas um burgo muito bem feito. Há casas, bodegas, reproduções de artesanato da época, enfim, demonstram como se vivia na Idade Média. Somente em uma parte do burgo a visita é gratuita, mas para conhecer uma residência nobre da época (chamada Rocca) com seus móveis, armas da época, tudo reproduzido fielmente, é necessário pagar um bilhete de 6 euros, mas vale a pena.

O que ver em Turim: Burgo Medieval

Uma parte do burgo medieval

O burgo medieval tem horário de funcionamento. Ele fica aberto todos os dias, das 9 às 19h (até as 20h entre fim de março e outubro). Saiba mais sobre o burgo medieval aqui.

 

7 – Esbaldar-se com os chocolates “gianduia”

Era uma vez um bloqueio europeu ao cacau imposto por Napoleão. Como quem não tem cão, caça com gato, os mestres chocolateiros de Turim decidiram substituir o cacau por farinha de avelãs torradas, criando essa maravilha de chocolate chamada Gianduia. Não há uma vez sequer que eu vá a Turim e não volte com um carregamento de “gianduiotti” (chocolatinhos giuanduia) feitos artesanalmente por uma das confeitarias tradicionais da cidade (não vale aqueles do supermercado!).

Um dos melhores da cidade são os chocolatinhos do mestre chocolateiro Guido Gobino. Eles podem ser encontrados na chocolateria situada na Via Lagrange, nº 1.

 

8 – Tomar um sorvete de gianduia no Café Fiorio

Para mim, Turim é, indiscutivelmente, a capital do gelato na Itália. O Café Fiorio é um das mais antigos e tradicionais da cidade e faz um sorvete sabor “gianduia” imbatível. Já tentei outros sabores, mas nenhum o supera simplesmente porque não parece sorvete, mas sim puro chocolate derretido e gelado. Não sei explicar, só sei que vocês têm que experimentar! O Café Fiorio fica na Via Po, nº 8.

A famosíssima Grom também nasceu em Turim.

 

9 – Degustar um Bicerin

Turim é uma cidade muito fria no inverno, afinal estamos nos pés dos Alpes. E qual melhor bebida para nos esquentar que um chocolate quente? Resposta: o Bicerin.

O Bicerin é reconhecida como a bebida tradicional do Piemonte e é composta de somente três ingredientes: café, chocolate e creme de leite.

Foto: WikiCommons

Foto: WikiCommons

Não confundam a inocente bebida quente com o licor que possui o mesmo nome. Bicerin também é o nome de um licor de chocolate gianduia, que por sinal é delicioso e também ajuda a esquentar a garganta! 🙂

 

10 – Passear ao longo do rio Po

A pé ou de bicicleta, passear ao longo do rio  Po é uma das clássicas coisas a se fazer em Turim. Você pode começar a partir da Ponte Vittorio Emanuele, aproveitando para observar a Igreja da Gran Madre. Uma ótima pedida também pode ser fazer um aperitivo na Piazza Vittorio Veneto, lugar onde estão alguns dos principais cafés e lounge bar da cidade.

O que ver em Turim: Rio Po

 

Turim é uma cidade encantadora, com um dos mais incríveis polos de museus da Itália. Há muita coisa para se fazer por lá, eu citei apenas dez. Os apaixonados por cinema não devem deixar de ir no museu do cinema, os fãs do futebol não podem perder a visita ao estádio da Juventus. Enfim, há atrações para todos os gostos e bolsos. Turim é uma cidade eclética, moderna, charmosa e não é a toa que ela é a Pequena Paris!

Como chegar a Turim

É possível ir, por exemplo, de Milão a Turim em aproximadamente uma hora com os trens velozes Freccia Rossa ou em 2h com os trens Regionale Veloce. Clique AQUI para ver os horários dos trens e/ou adquirir seus bilhetes, independentemente da cidade de onde você está saindo.

*Este post contém links para afiliados. Para ver nossa política de monetização, clique aqui.

 

♦ Mapa                                                                                     

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Patrícia Kalil
Patricia Kalil, graduada em administração de empresas, mora na Sicília desde 2007 e é autora do blog Descobrindo a Sicília. Ela deixou o calor e as festas de Salvador para abraçar as belezas de outro lugar tão acolhedor quanto a Bahia e mergulhou na cultura e na história milenar da Sicília. Apaixonada desde sempre por viagens e pela língua e cultura italiana, acabou unindo o útil ao agradável e decidiu espalhar aos quatro ventos que a Sicília merece ser vista.
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30 Comments

  1. Raul Martins Dias / 29/12/2016 at 02:04 /Responder

    Achei que a senhorita ia se esquecer da Juventus, rsrsrs. Para mim, ver um jogo no Juventus Stadium é um programa obrigatório nas minhas visitas a Turim. Também curti muito o Museo del Risorgimento.

    • Patrícia Kalil
      Patrícia Kalil / 29/12/2016 at 13:40 /Responder

      Olá Raul,

      Nunca fui, mas também adoraria ver um jogo da Juventus. Deve ter uma atmosfera incrível, até mesmo para quem não curte futebol!

      Um abraço,

      Patricia

  2. bbarauna@hotmail.com / 08/03/2017 at 21:06 /Responder

    Acabei de voltar de Turim e achei que faltou na lista a visita a catedral de Turim onde está o santo sudário.

    • Patrícia Kalil
      Patrícia Kalil / 09/03/2017 at 00:02 /Responder

      Oi, mas a catedral tá na lista sim! Dentro do item número 2 :). Não poderia não citá-la!

      Um abraço,

      Patricia

      • Ivani Vianini / 27/04/2017 at 23:43 /Responder

        Olá Patrícia !

        Eu e minha filha estamos planejamento conhecer alguns lugares da Itália. Em alguns blogs me chamou atenção o fato de ninguém ter citado Turim até agora. Realmente pelo seu relato e pelas fotos parece fantástica ! não vamos deixá-la de fora do roteiro, principalmente o museu Egípicio. Quanta cultura e história ….

        Obrigada por esta grata surpresa.

        Abraços,

        Ivani.

  3. Hamilton Cesar Silva / 16/05/2017 at 22:47 /Responder

    Oi Patricia, estou indo dia 18/05 pra Milão, sou músico e gostaria de fazer uma experienciá, DE TOCAR NA RUA ISSO É POSSÍVEL em Turim, qual seria o melhor bairro para ficar e outras dicas

    • Patrícia Kalil
      Patrícia Kalil / 17/05/2017 at 07:56 /Responder

      Olá Hamilton,

      Não sei como funcionam as regras para os artistas de ruas em Turim. Você teria que entrar em contato com a prefeitura e verificar se precisa de alguma autorização.

      Um abraço,

      Patricia

  4. Talitha Leitao / 23/05/2017 at 12:42 /Responder

    Oi Patricia,

    estou adorando suas dicas, de verdade!! kkk
    Esses passeios è possível serem feitos a pe ou è bem distante um lugar do outro??

    Grazie Mille!!!

    Talitha Leitao

    • Patrícia Kalil
      Patrícia Kalil / 23/05/2017 at 12:53 /Responder

      Oi Talitha,

      Dá para fazer quase tudo a pé! Se você olhar no mapinha aqui no fim do post vai ver que os lugares que ficam mais distantes são o Museu do Automóvel e a Basílica de Superga. Se você quiser visitá-los, a minha dica é que pergunte no seu hotel qual a linha de ônibus que passa por lá e vai até esses lugares (tem várias linhas de ônibus para ambos os lugares).

      Um abraço,

      Patricia

  5. kiko / 07/06/2017 at 11:38 /Responder

    Patrícia, qual cidade pitoresca na região q vc aconselha?

    • Patrícia Kalil
      Patrícia Kalil / 07/06/2017 at 13:07 /Responder

      Oi Kiko,

      O Piemonte é cheio de lugares lindos. Me vem em mente Barolo (a cidade que deu nome ao vinho), Alba, Stresa e Orta San Giulio.

      Um abraço,

      Patricia

  6. LsbFbU0c normal
    Vania De Jesus (@edivaniak) / 10/06/2017 at 16:19 /Responder

    Adorei o blog parabéns pelas dicas Turim é uma cidade linda nunca fui mas adorei as dicas.

  7. Amora / 21/07/2017 at 14:26 /Responder

    Adorei conhecer Turim fiquei encantada

  8. Izabel Cristina N De Lima / 16/08/2017 at 14:42 /Responder

    Ameiiii Patricia!
    Estarei na Itália em uma semana, quero muito explorar este país que tanto admiro.
    Espero mais dicas.
    Super beijo!

  9. Valdomiro Munhoz Guerra Junior / 02/09/2017 at 16:47 /Responder

    Oi Patricia bom dia!
    Estarei em Turim no final do ano e gostaria de saber o que posso visitar em apenas um dia e meio pois seguiremos rapidamente para Veneza onde ficaremos no Reveillon.
    Grato
    Valdomiro – São Paulo

    • Patrícia Kalil
      Patrícia Kalil / 02/09/2017 at 17:32 /Responder

      Olá Valdomiro!

      Em um dia e meio você consegue ver quase tudo que citei no post acima, acho que só ficaria mais difícil incluir a Basílica de Superga e o Museu do Automóvel!

      Um abraço,

      Patricia

      • Valdomiro Munhoz Guerra Junior / 02/09/2017 at 23:49 /Responder

        Ok! Obrigado e se porventura tiver dicas de Veneza, por favor me indique, como por exemplo: Do famoso baile de máscaras e outras diversões.
        Abraco!
        Valdomiro

  10. Eduardo / 02/09/2017 at 22:13 /Responder

    Olá Patricia, estou em Turim, depois de ter feito a Riviera Francesa, Genova, Alba, Barolo e as lindas vilas desse entorno Piemontes. Realmente Turim foi uma grande decepção. Trânsito caótico, bagunçado, cada um faz o que quer, estacionam em cima da calçada, um emaranhado de fios entrelaçados no meio das ruas para dar conta dos trans, que se locomovem de forma desordenada. Cidade apinhada de gente, tudo parece o Brás, a 25 de Março, ou o Pari.
    Chamar isso aqui de “pequena Paris” beira o absurdo, a insanidade completa.
    Não recomendo esse local, e entendo perfeitamente o motivo de não fazer parte da rota turística.

    • Deyse Ribeiro
      Deyse Ribeiro / 10/09/2017 at 16:45 /Responder

      Caro Sr. Eduardo,
      Este Blog é um fruto de nossas opiniões pessoais (minha e da Patricia), tanto Patricia, quanto eu, descordamos do senhor.
      Mas faz parte da beleza do mundo, não ser de acordo sempre. O importante é respeitar a opinião do outro.
      Não conheço o Bras ou 25 de março, mas conhecemos Paris, e esta cidade sim, foi uma comparação que encontramos pertinente.
      Como nós respeitamos as opiniões dos leitores, seu comentário esta devidamente publicado, porém não alinhamos com sua opiniões.
      Abs

  11. Selma Melo Miranda / 09/09/2017 at 15:35 /Responder

    Olá Patrícia. Parabéns pelo blog e por homenagear Turim. Quero observar que a cidade tem uma grande importância na difusão da arquitetura do tardo barroco internacional, com a presença de dois mestres de primeira grandeza: Guarino Guarini e Felipe Juvara. Ao lado de Bernardo Antonio Vittone constituíram a escola barroca piemontesa. Guarini publicou um tratado de arquitetura que teve enorme influência no mundo conhecido até então. Igrejas e as residências da Casa de Savoia por eles projetadas podem ser vistas na cidade, algumas delas reconhecidas como patrimônio da humanidade. Abraços.

    • Patrícia Kalil
      Patrícia Kalil / 10/09/2017 at 13:22 /Responder

      Olá Selma,

      Eu adoro Turim e escreverei sobre lá sempre que possível. Visitei recentemente o Palazzo Madama, uma das maravilhosas obras de Juvarra. Lindíssimo. Você viu que já escrevi também sobre a Reggia di Venaria? Aos poucos vou tentar visitar todas as residencias dos Savoia.

      Um abraço,

      Patricia

  12. Luanne / 05/10/2017 at 20:16 /Responder

    Olá, vou conhecer Turim em novembro e estou com todas as dicas aqui anotadas! Saberiam me dizer de que local foi tirada a foto da abertura da pagina, com a torre e os alpes ao fundo? É de tirar o fôlego! beijos

    • Patrícia Kalil
      Patrícia Kalil / 05/10/2017 at 20:33 /Responder

      Olá Luanne!

      A foto foi tirada do “Piazzale Monte dei Cappuccini”, na frente do museu da montanha!.

      Um abraço,

      Patricia

  13. Nair / 17/10/2017 at 13:30 /Responder

    Muito bem descrito. Obrigada. Irei conhecer. Parabéns!

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